quarta-feira, 14 de março de 2012

Mais de Web Art²


 Tentar entender o que o artista fez, vai muito além do conhecer a arte. Você precisa saber interpreta-la. Podemos dizer resumidamente que um site de Web Arte é um canal de experiências visuais, ou até mesmo sonoras.
 Ao criar um trabalho de arte tende desde o principio estabelecer relações com a sensibilidade do internauta.Atualmente, a Web Arte apresenta-se como uma expressão linguística ainda em definição. Muito do que é produzido para a internet, parte de conceitos de outros meios ( já existentes ),como a pintura,a fotografia, o cinema e o vídeo. Em fim, a Web Arte estabelece uma verdadeira troca entre sua visão e a arte na Web.
Para finalizar a nossa última postagem, vou mandar aí para vocês mais imagens de Web Art. 



















quarta-feira, 7 de março de 2012

Mais imagens sobre Web Art





É isso aí pessoal, por hoje é só, amanhã voltaremos com mais novidades do mundo Web Art 

Mais de Web Art

Vai aí pra vocês, mais algumas curiosidades do mundo Web Art


Nos anos 80, o artista britânico David Hockney produziu um pequeno escândalo em São Paulo, quando a obra por ele concebida para participar de uma das edições da Bienal foi enviada por fax, por causa de uma celeuma envolvendo as pesadas despesas com transporte e seguro. Estávamos então apenas iniciando a discussão da "desmaterialização da arte", ainda sob o impacto da polêmica exposição de obras "imateriais" (Les Immatériaux) organizada por Jean-François Lyotard no Centro Pompidou de Paris em 1985, e a idéia de uma obra "teletransportada" soava estranha aos nossos hábitos perceptivos fortemente marcados pela presença de objetos físicos "únicos" no espaço de exposição. No limite, se as obras se desmaterializam e se multiplicam, não faz mais sentido pensar num espaço físico para expô-las, ou num lugar para onde o público deveria se dirigir em períodos preestabelecidos. Elas poderiam ser recebidas em casa pelos mais variados meios, como o telefone, o videofone, o fax, o rádio e a televisão, ou ser "acessadas" por meio de redes telemáticas como a Internet.


Talvez a Bienal do futuro não aconteça mais num prédio instalado no Parque Ibirapuera, que abre as suas portas uma vez a cada dois anos para uma celebração coletiva. A Bienal do futuro poderia ser uma rede de conexões entre artistas e instituições que fazem trabalhos criativos, não localizada em lugar algum, disponibilizada para o acesso público e organizada por um corpo de curadores espalhados por todo o mundo.A web art ou net art é o setor mais recente dentro do sempre mutante campo das artes eletrônicas. Ela representa uma fusão da arte-comunicação com a arte digital.A primeira curadoria de web art no Brasil foi feita por Ricardo Ribenboim e Ricardo Anderáos para a 24ª Bienal Internacional de São Paulo, que ocorreu em 1998. Ela ofereceu ao público de qualquer parte do mundo a oportunidade de fazer um outro tipo de visita à Bienal, em que nem os artistas nem o público precisavam se deslocar fisicamente até São Paulo. Numa primeira acepção, a curadoria consistiu em propor uma coleção de links que permitiam dar forma, consistência e acesso a um conjunto já bastante expressivo de experiências artísticas que estavam acontecendo naquele momento na web. Não apenas trabalhos brasileiros foram indicados, mas também trabalhos de artistas internacionais já consagrados, com é o caso do grupo Jodi.


A idéia de organizar o acesso e a navegação em torno de conceitos tem a sua razão de ser. A web é hoje uma gigantesca e caótica acumulação de sites, páginas, frames e links, com conteúdos, formas gráficas e interfaces de toda espécie, abrangendo do melhor ao pior, do confiável ao desconfiável, do déjà-vu ao absolutamente imprevisível. Mais do que em qualquer outro campo de experiências, a web necessita de bússolas e faróis, que permitam tornar produtiva a tarefa de navegação e sobretudo atracar em porto seguro. Quando o que se busca é apenas informação, um bom mecanismo de procura (search) pode ser suficiente. Mas quando se trata de descobrir propostas e atitudes inventivas, é preciso que os próprios instrumentos sejam também criativos e abertos à irrupção do improvável. Uma curadoria adequada às experiências criativas na web deve, portanto, ter expertise suficiente para descobrir a interface adequada, capaz de permitir a navegação num ambiente que não é mais apenas um banco de dados. Se a web é realmente um organismo vivo, em contínuo movimento e metamorfose, com sites surgindo, desaparecendo ou se transformando a todo momento, não é preciso muito esforço para perceber que os seus mecanismos de pesquisa e navegação devem ter a mesma mobilidade.

terça-feira, 6 de março de 2012

Web Art no Brasil


Quando a Internet se tornou popular, pouco se falava em criação experimental na rede: os sites de arte. Muito diferente do que se costuma pensar, esse tipo de produção não se resume a sites que trazem trabalhos de arte como museus ou galerias, apresentando pinturas ou esculturas, mais do que isso: artistas passam a utilizar o meio criando trabalhos com o que a rede tem de mais específico. Os artistas farão com que o usuário reflita poeticamente sua relação com a máquina e com as outras pessoas, num mundo onde os relacionamentos e a vida são cada vez mais mediados pela teleinformática (telefones digitais, mensagens instantâneas, e-mails e outras coisas mais). Isso é o que chamamos de net arte, arte na rede ou web arte.
A pesquisa “Web Arte no Brasil” iniciou-se em 2000 na UNESP (Universidade Estadual Paulista) sob a orientação do Prof. Dr. Milton Sogabe com o apoio da FAPESP e migrou em 2001, para a UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas) em nível mestrado sob a orientação do Prof. Dr. Gilbertto Prado.


domingo, 4 de março de 2012

O que é Web Art?

E aí galera, essa é a nossa primeira postagem, então resolvemos postar uma coisa bem original, por que muita gente não sabe o que é Web Art, então vai aí a definição:

 Web arte ou webarte é uma categoria de arte computacional que só pode ocorrer em redes de computadores. Sua principal característica é a interatividade, por meio da qual o interagente, atuador ou usuário modifica o conteúdo do trabalho, em tempo real, de modo a transformar o evento em função de sua participação.
Ao criar um trabalho de arte para a rede, parte-se do princípio de estabelecer relações com a sensibilidade do internauta, tornando a navegação, uma experiência insólita, cômica, hermética, repetitiva, labiríntica, estética etc. Aqui existe uma busca de resultados subjetivos, intimamente ligados com a experiência do visitante vivenciada no trabalho, que por sua vez, se presta a um grande número de leituras particulares que serão resultado direto da ação do repertório visual do interpretante.
Assim, a leitura de típicos trabalhos de Web Arte que se utilizam de elementos do universo computacional (botões padrão, barras de navegação, mensagens típicas de softwares etc.) dependerão da existência das informações deste universo no repertório visual do visitante. Em outras palavras, se ele não conhecer do que exatamente se trata, sua leitura irá correr o sério risco de não ser satisfatória e ficar somente no nível estético ou de composição estrutural das imagens. Atualmente, a Web Arte apresenta-se como uma expressão com linguagem ainda em definição. Muito do que é produzido para a Internet, ainda parte de conceitos oriundos de outros meios já existentes, como a pintura, a fotografia, o cinema e o vídeo. Apenas o que for produzido sendo pensado para a rede Internet pode ser chamado de Web Arte.